Quadrinista em ação: 5 sugestões para venda e distribuição de quadrinhos

O quadrinista é antes de tudo um forte. E precisa pensar em soluções para a crise com a venda de livros em quadrinhos.

Quadrinista em geral conhece o problema quando se trata de vender o seu produto: distribuição, logística, participação em eventos etc.

E quando participa de eventos quase sempre há debates sobre como superar essas dificuldades para que o o quadrinho chegue nas mãos do leitor.

Já conhecemos os problemas com a crise no mercado editorial.

E agravou-se com a pandemia. O que fazer então?

Respirar fundo e planejar. Estudar o mercado, saber mais sobre o seu consumidor de HQ, buscar os canais de distribuição no ecommerce.

As perguntas que o quadrinista precisa responder é: onde o seu consumidor compra livros e quadrinhos? Para onde está indo a atenção dele hoje?

Devemos testar as respostas para as perguntas, buscar novos caminhos. E quanto mais você testar, mais rápido poderá mudar a sua rota.

Além da Amazon, para vender e distribuir a sua HQ, aqui vão algumas sugestões:

Mercado Livre

Vale a pena? Depende…

Se for abaixo de R$120,00, não; pois o valor do frete torna o produto final caro. Mas se for acima de R$120,00, vale a pena (o frete é gratuito). 

Como poderia vender igual ou acima de R$120,00? Não poderia ser um livro, mas poderia ser um combo que permitisse chegar a esse valor. 

E por que não uma parceria com outro(s) quadrinista(s)? Fechar um pacote de livros, trabalhar nas redes sociais com conteúdos, mostrando o valor do(s) produto(s).

Quadrinista, é preciso testar, testar, testar…

OLX

As pessoas que navegam por essa plataforma em geral querem comprar. Então qualquer visualização é motivo para venda, diferente das visualizações no Instagram ou Facebook.

É gratuito (e também pode ser pago, caso queira promover o seu produto).

Olist

Um cadastro e seu produto estará no marketplace de vários ecommerces (Submarino, Americanas etc.) de uma vez só. Mas precisa emitir nota fiscal de produto. 

Devido à pandemia, o cadastro é gratuito no momento. Mas não basta apenas se cadastrar. É preciso trabalhar, e muito, nas redes sociais para promover o seu produto.

Facebook Marketplace

Funciona como OLX. Também é gratuito.

Loja virtual

Tem vários modelos e plataformas que podem ser utilizadas (de forma gratuita ou paga). Mas talvez o problema principal: muitos consumidores temem utilizar por não ser muito conhecida (medo que seja um golpe, que roubem dados etc).

Vale a pena? “Tudo vale a pena se a alma não é pequena”, já dizia Fernando Pessoa!

O desafio é acabar com as objeções que giram em torno do uso de uma loja virtual própria, interagindo e dialogando para que público leitor sinta-se à vontade e utilize os serviços da loja. 

Não iremos voltar ao que era antes (não tão cedo).

A pandemia adiantou em pelo menos alguns anos o uso maior do comércio eletrônico. E muitos ainda não estão preparados… 

Veja por exemplo os novos hábitos de consumo (basta clicar AQUI).

E entenda de uma vez como está hoje o mercado de livros (basta clicar AQUI).

É preciso testar e testar o mercado, buscar parcerias, por exemplo.

Estudar e aplicar, analisar e corrigir. É um caminho duro.

E cuidado com os descontos! Desconto precisa ser muito bem planejado antes de ser aplicado. Estude a fundo sobre orçamento e finanças.

Saiba mais aqui sobre Finanças com o SEBRAE.

Pense em outros caminhos antes de trabalhar com o desconto: como posso mostrar para o meu leitor o valor do meu trabalho para que o preço não seja o principal problema na hora da venda?

O pulo do gato está aí…

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Caso queira conhecer nossos livros em quadrinhos, todos produzidos por financiamento coletivo, basta clicar nos seguintes títulos abaixo: 

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Estella Vic: 1922 e o Manifesto Futurista 

Você tem outra sugestão para enfrentarmos juntos a crise? Comente aqui.

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